sexta-feira, 15 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
EM OUTUBRO NO TAC
AS LUAS DE GALILEU GALILEI
NO TAC em Outubro
22 ( Sexta ) 21.00h e
23 e 24 (Sab. e Dom) 20.00h
AS LUAS DE GALILEU GALILEI,
O Grupo pesquisa teatro novo apresenta, em nova temporada o espetáculo:
AS LUAS DE GALILEU GALILEI

No Teatro Álvaro de Carvalho , dias 22( as 21.00) e 23 e 24 as 20.00.
O ESPETÁCULO

Uma encenação do Grupo Pesquisa Teatro Novo, do DAC. Roteiro e Direção de Carmen Fossari. A Regência do Madrigal da UFSC é da Maestrina Miriam Moritz.
Assessoria do professor Adolfo Stotz Neto, Astrônomo e Presidente do GEA (Grupo de Estudos de Astronomia da UFSC).
Trata-se de um espetáculo versando aspectos da Vida e Obra do pai da Ciência Moderna Galileu Galilei com grande elenco e o ator Nei Perin no papel de Galileu Galilei.
Produção do Grupo Pesquisa Teatro Novo, da UFSC, “As Luas de Galileu Galilei envolve 40 pessoas entre atores, atrizes, cantores líricos e técnicos. Dirigido por Carmen Fossari,
“A encenção inicia no lFoyer do TAC, ao meio do Público com parte do elenco representando uma CIA de Comédia Dell ARTE: BAMBOLINA ANDATIINA”. A seguir adentram ao Teatro o público que acompanha a CIA BAMBOLINA ANDATTINA.
Dentro dos preceitos Pós Dramáticos, em livre adaptação Galileu Galilei tem incluso em seu roteiro trechos das obras de Galileu Galilei: Sidereus Nuncius(Mensageiro das Estrelas) e da obra que o condenou: Dialogo di Galileo sopra i due Massimi Sistemi Del Mondo Tolemaico e Copernicano (abreviado o título para Diálogo sobre os dois Sistemas do Mundo.
Trechos das Cartas da Filha de Galileu Galilei, Trecho do Processo Inquisitório no Santo Ofício: A Inquisição, versos de Camus e adaptação livre de 3 cenas da obra de Brecht são incorporados na encenação e costurados na dramaturgia pela diretora do espetáculo que assina o roteiro.
Carmen Fossari assinala ainda as observações e notas do Astrônomo
Professor Adolfo Stotz Neto, cuja presença garantizou os aspectos mais científicos da encenação,o que por último torna o espetáculo em
algo inusitado servindo concomitante a Ciência e a Arte .


. A montagem levou dois anos e meio de preparação, somando o tempo das pesquisas históricas, num trabalho que une a arte popular e erudita no mesmo espetáculo.
A peça já realizou duas exitosas temporadas no Teatro da Igrejinha, DAC-UFSC e deverá alçar outros vôos no ano de 2011, segundo pré contatos já estabelecidos e que motivaram esta nova e curta temporada no TAC.
As apresentações no TAC, contam com o apoio d Fundação Catarinense de Cultura, e os ingressos já podem ser adquiridos nas Bilheterias do TAC, CIC e Teatro Pedro Ivo.
Blog e fotos da peça:
www.asluasdegalileugalilei.blogspot.com
Sobre a peça:


Galileu vivencia fatos relevantes de sua vida, o homem que passou para a História como o cientista que abjurou diante da Inquisição e cuja genialidade é um marco: Criador da Ciência Moderna.
Uma encenação reunindo duas linguagens que confluem tal como as relações da ciência e da fé; instaura-se no espetáculo o popular (Comédia Dell Arte) e o erudito (Madrigal).
Quem foi Galileu: um ser humano que ousou olhar o nunca veste.
Grande Físico, Matemático e Astrônomo, Galileu Galilei nasceu na Itália no ano de 1564. Durante sua juventude ele escreveu obras sobre Dante e Tasso. Ainda nesta fase, fez a descoberta da Lei dos Corpos e enunciou o princípio da Inércia. Foi um dos principais representantes do Renascimento Científico dos séculos XVI e XVII.
Alguns aspectos biográficos de Galileu*
Nasceu no ano de 1564, e foi ele quem pela primeira vez apontou a luneta para o céu. Conseguiu comprovar as teorias de Copérnico, heliocêntricas, que se opunham às teorias aristotélicas do geocentrismo e que coadunavam com os preceitos bíblicos. Parte da Igreja à sua época e astrônomos concordavam com os seus estudos, e mesmo proibida pelo Index a teoria copernicana, Galileu, por desfrutar do convívio com o alto clero, conseguiu dar vazão aos seus escritos. Cardeal Barberini, de uma influente família italiana, que foi sagrado papa Urbano VIII, era amigo de Galileu e deixou que ele continuasse seus estudos, desde que não comprometesse os ditos bíblicos. Mas Galileu, de temperamento igualmente forte, edita a sua obra que o levou à Inquisição: “Diálogos”, sobre os dois maiores sistemas do mundo – Ptolomeu e Copérnico.
Neste livro ele estabelece um diálogo entre três personagens: um com características atoleimadas em negar a teoria heliocêntrica, um defensor das novas descobertas e um que passa da dúvida ao reconhecimento. Reza a História, que o papa Urbano VIII sentiu-se ridicularizado por tal obra e concordou com o inquisidor que, aliás, foi o mesmo que anos anteriores havia condenado Giordano Bruno.
Depois da Inquisição, Galileu se dedicou a importantes estudos da Física. Habitava perto de um convento, San Mateo, onde suas duas filhas eram freiras. Uma delas, Virgínia, o auxiliava escrevendo seus estudos. Galileu teve três filhos. O filho homem ele o entregou a um nobre amigo para que fosse adotado e ingressasse na faculdade. Nunca se casou com Marina Gamba, com quem teve os três filhos. Moravam em casas separadas. Mesmo na prisão domiciliar, recebia seus amigos e estudiosos, até o fim de sua vida, quando estava cego.
O TELESCÓPIO E A ASTRONOMIA


Em 1609 tivemos uma das datas mais marcantes da história da Astronomia, foi quando pela primeira vez o homem pôde ver o céu não mais com os olhos desnudos, ou seja, a partir de Galileu Galilei pôde-se observar o céu com um telescópio, um instrumento que ajudou a revolucionar a ciência e em especial a Astronomia. Esse instrumento foi aperfeiçoado por Galileu, mas não foi construído por ele como alguns pensam. Galileu teve o mérito de desenvolvê-lo e principalmente de ter tido a idéia de usá-lo para ver o céu e não para observar navios ou inimigos à distância, mas um objetivo mais nobre: o Céu.
Com o telescópio, Galileu Galilei pôde observar a Lua como nunca antes, viu que na Lua há montanhas e imensas crateras. Com esse instrumento ótico pode constatar que em Júpiter há quatro corpos que a circundam, são as grandes luas: Europa, Ganímedes (ou Ganimedes), Io e Calisto, mas sabe-se hoje que existem outros satélites naturais em Júpiter. Essa observação corrobora para a retomada do heliocentrismo (Copérnico 1554) com a afirmação de que se é possível haver outros corpos girando em torno de outros sem ser da própria Terra, então por que a terra não poderia também ela estar girando em torno de outro corpo como o Sol.
Passou-se desde então 400 anos de observações com instrumentos óticos e não mais a olhos nus.
GPTN e Galileu:
As Luas de Galileu é uma encenação do Grupo Pesquisa Teatro Novo, do DAC/UFSC. Roteiro e Direção de Carmen Fossari. Regência de um coro vocal convidado é da Maestrina Miriam Moritz. Assessoria Prof.Adolfo Stotz Neto, Presidente do GEA.
A Cia. de Teatro Bambolina Andattina (Metateatro) conduz a trama que se completa com cenas evocadas da vida de Galileu e a sua paixão pelo saber e o embate com a Inquisição, aliás, fato a que até hoje a Ciência está, infelizmente, vulnerável.
Ficha Técnica:
Elenco:
Nei Perin como Galileu Galilei
Mariana Lapolli, Ivana Fossari, Bruno Lapolli, Marcelo Cidral, Adriano de Brito,Rhamsés Camisão, Ana Paula Lemos, Julião Goulart, Bruno Leite , Gabriel Ortega, Augusto Sopran, Eliana Bär, Rubia Medeiros, muriel Martins, Jeanne Siqueira,Gabriel Orcajo e Patrícia Medeiros.
Participação do Madrigal da UFSC
Direção Musical e Regência do Madrigal: Miriam Moritz
Assessoria: Astrônomo Adolfo Stotz Neto
Figurino: José Alfredo Beirão Fº
Cenário: Márcio Tessmann
Iluminação: Ivo Godoi e Calu
Técnico Luz: Nilson Só
Cartaz: Michele Millis
Programa: Bruno Leite
Produção: Grupo Pesquisa Teatro Novo- UFSC
Promoção: Departamento Artístico Cultural – DAC
Relações Públicas: Julião Goulart
Secretaria de Cultura e Arte - SeCArte, da Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC
Carmen Fossari
Natural de Florianópolis, Carmem Lúcia Fossari é Mestre em Literatura Brasileira, pela UFSC, com opção em Teatro; diretora de espetáculos do Departamento Artístico Cultural - DAC/SeCArte/UFSC, coordenadora e professora da Oficina Permanente de Teatro da UFSC e diretora e fundadora do Grupo Pesquisa Teatro Novo/UFSC.
Nessa categoria, recebeu inúmeros prêmios estaduais e nacionais, bem como representou o Brasil com espetáculos que dirigiu, escreveu e atuou nos países: Porto Rico, México, Paraguai, Argentina, Chile, Colômbia, Arquipélago dos Açores-Portugal e Uruguai. Esteve com espetáculos no Chile por 13 vezes, onde mantém convênio através do GPTN/UFSC com a “Cia. La Carreta” que coordena, naquele país, o ENTEPOLA - Encontro de Teatro Popular Latino Americano.Dirigiu espetáculo no Chile e Porto Rico.
SERVIÇO:
O QUÊ: "As Luas de Galileu Galilei”
QUANDO: OUTUBRO 22 (21.00h), 23 e 24 (21.00h)
ONDE: TEATRO ÁLVARO DE CARVALHO –TAC
INGRESSOS JÁ A VENDA : BILHETERIA DO TAC, CIC E TEATRO PEDRO IVO
CONTATO: DAC www.asluasdegalileugalilei.blogspot.com
APOIO: DAC- SECARTE –UFSC
GUIA FLORIPA
NO TAC em Outubro
22 ( Sexta ) 21.00h e
23 e 24 (Sab. e Dom) 20.00h
AS LUAS DE GALILEU GALILEI,
O Grupo pesquisa teatro novo apresenta, em nova temporada o espetáculo:
AS LUAS DE GALILEU GALILEI
No Teatro Álvaro de Carvalho , dias 22( as 21.00) e 23 e 24 as 20.00.
O ESPETÁCULO
Uma encenação do Grupo Pesquisa Teatro Novo, do DAC. Roteiro e Direção de Carmen Fossari. A Regência do Madrigal da UFSC é da Maestrina Miriam Moritz.
Assessoria do professor Adolfo Stotz Neto, Astrônomo e Presidente do GEA (Grupo de Estudos de Astronomia da UFSC).
Trata-se de um espetáculo versando aspectos da Vida e Obra do pai da Ciência Moderna Galileu Galilei com grande elenco e o ator Nei Perin no papel de Galileu Galilei.
Produção do Grupo Pesquisa Teatro Novo, da UFSC, “As Luas de Galileu Galilei envolve 40 pessoas entre atores, atrizes, cantores líricos e técnicos. Dirigido por Carmen Fossari,
“A encenção inicia no lFoyer do TAC, ao meio do Público com parte do elenco representando uma CIA de Comédia Dell ARTE: BAMBOLINA ANDATIINA”. A seguir adentram ao Teatro o público que acompanha a CIA BAMBOLINA ANDATTINA.
Dentro dos preceitos Pós Dramáticos, em livre adaptação Galileu Galilei tem incluso em seu roteiro trechos das obras de Galileu Galilei: Sidereus Nuncius(Mensageiro das Estrelas) e da obra que o condenou: Dialogo di Galileo sopra i due Massimi Sistemi Del Mondo Tolemaico e Copernicano (abreviado o título para Diálogo sobre os dois Sistemas do Mundo.
Trechos das Cartas da Filha de Galileu Galilei, Trecho do Processo Inquisitório no Santo Ofício: A Inquisição, versos de Camus e adaptação livre de 3 cenas da obra de Brecht são incorporados na encenação e costurados na dramaturgia pela diretora do espetáculo que assina o roteiro.
Carmen Fossari assinala ainda as observações e notas do Astrônomo
Professor Adolfo Stotz Neto, cuja presença garantizou os aspectos mais científicos da encenação,o que por último torna o espetáculo em
algo inusitado servindo concomitante a Ciência e a Arte .

. A montagem levou dois anos e meio de preparação, somando o tempo das pesquisas históricas, num trabalho que une a arte popular e erudita no mesmo espetáculo.
A peça já realizou duas exitosas temporadas no Teatro da Igrejinha, DAC-UFSC e deverá alçar outros vôos no ano de 2011, segundo pré contatos já estabelecidos e que motivaram esta nova e curta temporada no TAC.
As apresentações no TAC, contam com o apoio d Fundação Catarinense de Cultura, e os ingressos já podem ser adquiridos nas Bilheterias do TAC, CIC e Teatro Pedro Ivo.
Blog e fotos da peça:
www.asluasdegalileugalilei.blogspot.com
Sobre a peça:

Galileu vivencia fatos relevantes de sua vida, o homem que passou para a História como o cientista que abjurou diante da Inquisição e cuja genialidade é um marco: Criador da Ciência Moderna.
Uma encenação reunindo duas linguagens que confluem tal como as relações da ciência e da fé; instaura-se no espetáculo o popular (Comédia Dell Arte) e o erudito (Madrigal).
Quem foi Galileu: um ser humano que ousou olhar o nunca veste.
Grande Físico, Matemático e Astrônomo, Galileu Galilei nasceu na Itália no ano de 1564. Durante sua juventude ele escreveu obras sobre Dante e Tasso. Ainda nesta fase, fez a descoberta da Lei dos Corpos e enunciou o princípio da Inércia. Foi um dos principais representantes do Renascimento Científico dos séculos XVI e XVII.
Alguns aspectos biográficos de Galileu*
Nasceu no ano de 1564, e foi ele quem pela primeira vez apontou a luneta para o céu. Conseguiu comprovar as teorias de Copérnico, heliocêntricas, que se opunham às teorias aristotélicas do geocentrismo e que coadunavam com os preceitos bíblicos. Parte da Igreja à sua época e astrônomos concordavam com os seus estudos, e mesmo proibida pelo Index a teoria copernicana, Galileu, por desfrutar do convívio com o alto clero, conseguiu dar vazão aos seus escritos. Cardeal Barberini, de uma influente família italiana, que foi sagrado papa Urbano VIII, era amigo de Galileu e deixou que ele continuasse seus estudos, desde que não comprometesse os ditos bíblicos. Mas Galileu, de temperamento igualmente forte, edita a sua obra que o levou à Inquisição: “Diálogos”, sobre os dois maiores sistemas do mundo – Ptolomeu e Copérnico.
Neste livro ele estabelece um diálogo entre três personagens: um com características atoleimadas em negar a teoria heliocêntrica, um defensor das novas descobertas e um que passa da dúvida ao reconhecimento. Reza a História, que o papa Urbano VIII sentiu-se ridicularizado por tal obra e concordou com o inquisidor que, aliás, foi o mesmo que anos anteriores havia condenado Giordano Bruno.
Depois da Inquisição, Galileu se dedicou a importantes estudos da Física. Habitava perto de um convento, San Mateo, onde suas duas filhas eram freiras. Uma delas, Virgínia, o auxiliava escrevendo seus estudos. Galileu teve três filhos. O filho homem ele o entregou a um nobre amigo para que fosse adotado e ingressasse na faculdade. Nunca se casou com Marina Gamba, com quem teve os três filhos. Moravam em casas separadas. Mesmo na prisão domiciliar, recebia seus amigos e estudiosos, até o fim de sua vida, quando estava cego.
O TELESCÓPIO E A ASTRONOMIA

Em 1609 tivemos uma das datas mais marcantes da história da Astronomia, foi quando pela primeira vez o homem pôde ver o céu não mais com os olhos desnudos, ou seja, a partir de Galileu Galilei pôde-se observar o céu com um telescópio, um instrumento que ajudou a revolucionar a ciência e em especial a Astronomia. Esse instrumento foi aperfeiçoado por Galileu, mas não foi construído por ele como alguns pensam. Galileu teve o mérito de desenvolvê-lo e principalmente de ter tido a idéia de usá-lo para ver o céu e não para observar navios ou inimigos à distância, mas um objetivo mais nobre: o Céu.
Com o telescópio, Galileu Galilei pôde observar a Lua como nunca antes, viu que na Lua há montanhas e imensas crateras. Com esse instrumento ótico pode constatar que em Júpiter há quatro corpos que a circundam, são as grandes luas: Europa, Ganímedes (ou Ganimedes), Io e Calisto, mas sabe-se hoje que existem outros satélites naturais em Júpiter. Essa observação corrobora para a retomada do heliocentrismo (Copérnico 1554) com a afirmação de que se é possível haver outros corpos girando em torno de outros sem ser da própria Terra, então por que a terra não poderia também ela estar girando em torno de outro corpo como o Sol.
Passou-se desde então 400 anos de observações com instrumentos óticos e não mais a olhos nus.
GPTN e Galileu:
As Luas de Galileu é uma encenação do Grupo Pesquisa Teatro Novo, do DAC/UFSC. Roteiro e Direção de Carmen Fossari. Regência de um coro vocal convidado é da Maestrina Miriam Moritz. Assessoria Prof.Adolfo Stotz Neto, Presidente do GEA.
A Cia. de Teatro Bambolina Andattina (Metateatro) conduz a trama que se completa com cenas evocadas da vida de Galileu e a sua paixão pelo saber e o embate com a Inquisição, aliás, fato a que até hoje a Ciência está, infelizmente, vulnerável.
Ficha Técnica:
Elenco:
Nei Perin como Galileu Galilei
Mariana Lapolli, Ivana Fossari, Bruno Lapolli, Marcelo Cidral, Adriano de Brito,Rhamsés Camisão, Ana Paula Lemos, Julião Goulart, Bruno Leite , Gabriel Ortega, Augusto Sopran, Eliana Bär, Rubia Medeiros, muriel Martins, Jeanne Siqueira,Gabriel Orcajo e Patrícia Medeiros.
Participação do Madrigal da UFSC
Direção Musical e Regência do Madrigal: Miriam Moritz
Assessoria: Astrônomo Adolfo Stotz Neto
Figurino: José Alfredo Beirão Fº
Cenário: Márcio Tessmann
Iluminação: Ivo Godoi e Calu
Técnico Luz: Nilson Só
Cartaz: Michele Millis
Programa: Bruno Leite
Produção: Grupo Pesquisa Teatro Novo- UFSC
Promoção: Departamento Artístico Cultural – DAC
Relações Públicas: Julião Goulart
Secretaria de Cultura e Arte - SeCArte, da Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC
Carmen Fossari
Natural de Florianópolis, Carmem Lúcia Fossari é Mestre em Literatura Brasileira, pela UFSC, com opção em Teatro; diretora de espetáculos do Departamento Artístico Cultural - DAC/SeCArte/UFSC, coordenadora e professora da Oficina Permanente de Teatro da UFSC e diretora e fundadora do Grupo Pesquisa Teatro Novo/UFSC.
Nessa categoria, recebeu inúmeros prêmios estaduais e nacionais, bem como representou o Brasil com espetáculos que dirigiu, escreveu e atuou nos países: Porto Rico, México, Paraguai, Argentina, Chile, Colômbia, Arquipélago dos Açores-Portugal e Uruguai. Esteve com espetáculos no Chile por 13 vezes, onde mantém convênio através do GPTN/UFSC com a “Cia. La Carreta” que coordena, naquele país, o ENTEPOLA - Encontro de Teatro Popular Latino Americano.Dirigiu espetáculo no Chile e Porto Rico.
SERVIÇO:
O QUÊ: "As Luas de Galileu Galilei”
QUANDO: OUTUBRO 22 (21.00h), 23 e 24 (21.00h)
ONDE: TEATRO ÁLVARO DE CARVALHO –TAC
INGRESSOS JÁ A VENDA : BILHETERIA DO TAC, CIC E TEATRO PEDRO IVO
CONTATO: DAC www.asluasdegalileugalilei.blogspot.com
APOIO: DAC- SECARTE –UFSC
GUIA FLORIPA
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
JARAGUÁ DO SUL: FUNDAÇÃO CULTURAL EM GALILEU
A apresentação do Sábado, teve a presença na platéia de integrantes da equipe da FUNDAÇÃO CULTURAL DE JARAGUÁ DO SUL:
Miriam Meier,Valdivia Moreira (Diva),Paulo Moreira,Paulo Cesar da Silva, Claudia Costa e Fábio Silva. A amiga Adriana Rau,em recuperação, não pode comparecer
embora tenha agendado a vinda da equipe da querida cidade de Jaraguá do SUL, onde o Município se destaca por ser aquele que em Santa Catarina mais investe em Educação e Cultura.

Miriam Meier,Valdivia Moreira (Diva),Paulo Moreira,Paulo Cesar da Silva, Claudia Costa e Fábio Silva. A amiga Adriana Rau,em recuperação, não pode comparecer
embora tenha agendado a vinda da equipe da querida cidade de Jaraguá do SUL, onde o Município se destaca por ser aquele que em Santa Catarina mais investe em Educação e Cultura.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Texto in CIENCIA EM PAUTA
alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5476142840946857970" />Texto e Fotos: Marilia Labes
Publicado in
http://www.cienciaempauta.com.br/2010/05/astronomia-na-ufsc-as-luas-de-galileu/
Astronomia na UFSC – As Luas de Galileu
maio 26, 2010 by admin
Filed under Destaque, Letras & artes
Deixe um comentário
“Não posso mais ver as luas, mas sei que muitas gerações irão ver tudo que meus olhos de cientista ousaram ver”. Um Galileu Galilei já cego dirige-se para as 130 pessoas que lotam a Igreja da UFSC, na noite de uma sexta-feira, ao final da peça As Luas de Galileu. Em uníssono, o elenco termina dizendo: “Mas, no entanto, ela se move.”
O espetáculo, uma encenação do Grupo Pesquisa Teatro Novo (GPTN), conta fatos relevantes da vida do físico,matemático e astrônomo. O roteiro foi desenvolvido a partir do conceito pós-dramático e as cenas misturam elementos da arte erudita e popular – a música sacra e a commedia dell’arte.
Apresentada pela primeira vez em 2009 – Ano Internacional da Astronomia – As Luas de Galileu está agora na segunda temporada. Nas sextas, sábados e domingos dos meses de maio e junho ocorrem as exibições. O ingresso é gratuito e pode ser retirado no Departamento Artístico Cultural da UFSC (DAC) todas as quintas e sextas-feiras.
Dois dos três anos levados para montar a peça foram de pesquisa histórica. Carmen Fossari, a diretora e roteirista, explica que muito desse material foi utilizado na versão final. “Colocamos textos como A Peste, de Albert Camus. Temos três cenas adaptadas do Galileu, de Bertolt Brecht, cartas da filha dele – a primeira é real, a segunda é criação minha e trechos que são do processo inquisitório.”
A montagem de As Luas de Galileu contou também com a assessoria de Adolfo Stotz, astrônomo e presidente do Grupo de Estudos em Astronomia (GEA) (leia matéria sobre o grupo). “A importância dele foi maior especialmente ao nos dar mais elementos da ciência. Além disso, por ter estudado tão profundamente Galileu, ele se permitiu falar que o astrônomo vivia nas tabernas. A partir dessa colocação do Adolfo, é que eu pude desconstruir um texto que tinha originalmente do Bertolt Brecht sobre a vida de Galileu e comecei a roteirizar com tudo o que eu acreditava como teatro”, conta Fossari.
A diretora procurou Adolfo Stotz durante a SEPEX de 2008 com a proposta da peça. O astrônomo já estava estudando a vida de Galileu Galilei para uma série de palestras que faria nas escolas da região da Grande Florianópolis, durante o Ano Internacional da Astronomia. Ele conta que como estava com o cientista dominando seus pensamentos decidiu ajudar.
Adolfo Stotz explica o perfil de Galileu mostrado na peça: “A gente tem mitos na cabeça. E a história da vida das pessoas, de verdade, é muito interessante. Pois são gente igual a todos. Claro, tiveram momentos de genialidade”. A peça, ainda segundo o astrônomo, procurou abordar esses dois lados: a vida dele como pai e marido um pouco relapso e a ciência e o conhecimento que ajudou a construir.
Texto e Fotos: Marilia Labes
Leia também a matéria sobre o Grupo de Estudos em Astronomia
Veja galeria de imagens da peça:

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Texto de
Texto e Fotos: Marilia Labes
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Astronomia na UFSC – As Luas de Galileu
maio 26, 2010 by admin
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“Não posso mais ver as luas, mas sei que muitas gerações irão ver tudo que meus olhos de cientista ousaram ver”. Um Galileu Galilei já cego dirige-se para as 130 pessoas que lotam a Igreja da UFSC, na noite de uma sexta-feira, ao final da peça As Luas de Galileu. Em uníssono, o elenco termina dizendo: “Mas, no entanto, ela se move.”
O espetáculo, uma encenação do Grupo Pesquisa Teatro Novo (GPTN), conta fatos relevantes da vida do físico,matemático e astrônomo. O roteiro foi desenvolvido a partir do conceito pós-dramático e as cenas misturam elementos da arte erudita e popular – a música sacra e a commedia dell’arte.
Apresentada pela primeira vez em 2009 – Ano Internacional da Astronomia – As Luas de Galileu está agora na segunda temporada. Nas sextas, sábados e domingos dos meses de maio e junho ocorrem as exibições. O ingresso é gratuito e pode ser retirado no Departamento Artístico Cultural da UFSC (DAC) todas as quintas e sextas-feiras.
Dois dos três anos levados para montar a peça foram de pesquisa histórica. Carmen Fossari, a diretora e roteirista, explica que muito desse material foi utilizado na versão final. “Colocamos textos como A Peste, de Albert Camus. Temos três cenas adaptadas do Galileu, de Bertolt Brecht, cartas da filha dele – a primeira é real, a segunda é criação minha e trechos que são do processo inquisitório.”
A montagem de As Luas de Galileu contou também com a assessoria de Adolfo Stotz, astrônomo e presidente do Grupo de Estudos em Astronomia (GEA) (leia matéria sobre o grupo). “A importância dele foi maior especialmente ao nos dar mais elementos da ciência. Além disso, por ter estudado tão profundamente Galileu, ele se permitiu falar que o astrônomo vivia nas tabernas. A partir dessa colocação do Adolfo, é que eu pude desconstruir um texto que tinha originalmente do Bertolt Brecht sobre a vida de Galileu e comecei a roteirizar com tudo o que eu acreditava como teatro”, conta Fossari.
A diretora procurou Adolfo Stotz durante a SEPEX de 2008 com a proposta da peça. O astrônomo já estava estudando a vida de Galileu Galilei para uma série de palestras que faria nas escolas da região da Grande Florianópolis, durante o Ano Internacional da Astronomia. Ele conta que como estava com o cientista dominando seus pensamentos decidiu ajudar.
Adolfo Stotz explica o perfil de Galileu mostrado na peça: “A gente tem mitos na cabeça. E a história da vida das pessoas, de verdade, é muito interessante. Pois são gente igual a todos. Claro, tiveram momentos de genialidade”. A peça, ainda segundo o astrônomo, procurou abordar esses dois lados: a vida dele como pai e marido um pouco relapso e a ciência e o conhecimento que ajudou a construir.
Texto e Fotos: Marilia Labes
Leia também a matéria sobre o Grupo de Estudos em Astronomia
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Astronomia na UFSC – As Luas de Galileu
maio 26, 2010 by admin
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“Não posso mais ver as luas, mas sei que muitas gerações irão ver tudo que meus olhos de cientista ousaram ver”. Um Galileu Galilei já cego dirige-se para as 130 pessoas que lotam a Igreja da UFSC, na noite de uma sexta-feira, ao final da peça As Luas de Galileu. Em uníssono, o elenco termina dizendo: “Mas, no entanto, ela se move.”
O espetáculo, uma encenação do Grupo Pesquisa Teatro Novo (GPTN), conta fatos relevantes da vida do físico,matemático e astrônomo. O roteiro foi desenvolvido a partir do conceito pós-dramático e as cenas misturam elementos da arte erudita e popular – a música sacra e a commedia dell’arte.
Apresentada pela primeira vez em 2009 – Ano Internacional da Astronomia – As Luas de Galileu está agora na segunda temporada. Nas sextas, sábados e domingos dos meses de maio e junho ocorrem as exibições. O ingresso é gratuito e pode ser retirado no Departamento Artístico Cultural da UFSC (DAC) todas as quintas e sextas-feiras.
Dois dos três anos levados para montar a peça foram de pesquisa histórica. Carmen Fossari, a diretora e roteirista, explica que muito desse material foi utilizado na versão final. “Colocamos textos como A Peste, de Albert Camus. Temos três cenas adaptadas do Galileu, de Bertolt Brecht, cartas da filha dele – a primeira é real, a segunda é criação minha e trechos que são do processo inquisitório.”
A montagem de As Luas de Galileu contou também com a assessoria de Adolfo Stotz, astrônomo e presidente do Grupo de Estudos em Astronomia (GEA) (leia matéria sobre o grupo). “A importância dele foi maior especialmente ao nos dar mais elementos da ciência. Além disso, por ter estudado tão profundamente Galileu, ele se permitiu falar que o astrônomo vivia nas tabernas. A partir dessa colocação do Adolfo, é que eu pude desconstruir um texto que tinha originalmente do Bertolt Brecht sobre a vida de Galileu e comecei a roteirizar com tudo o que eu acreditava como teatro”, conta Fossari.
A diretora procurou Adolfo Stotz durante a SEPEX de 2008 com a proposta da peça. O astrônomo já estava estudando a vida de Galileu Galilei para uma série de palestras que faria nas escolas da região da Grande Florianópolis, durante o Ano Internacional da Astronomia. Ele conta que como estava com o cientista dominando seus pensamentos decidiu ajudar.
Adolfo Stotz explica o perfil de Galileu mostrado na peça: “A gente tem mitos na cabeça. E a história da vida das pessoas, de verdade, é muito interessante. Pois são gente igual a todos. Claro, tiveram momentos de genialidade”. A peça, ainda segundo o astrônomo, procurou abordar esses dois lados: a vida dele como pai e marido um pouco relapso e a ciência e o conhecimento que ajudou a construir.
Texto e Fotos: Marilia Labes
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